Nutricionistas da UFV criam produtos alimentícios à base de algas marinhas visando o desenvolvimento social de comunidades costeiras

A pesquisa acaba de conquistar o primeiro lugar na área de Nutrição em Saúde Pública e o segundo lugar na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos (Categoria I), do Prêmio Henri Nestlé.

De Minas Gerais, mais precisamente da cidade de Viçosa, saiu a solução para o desenvolvimento e sustentabilidade das comunidades costeiras de Rio do Fogo, no Rio Grande do Norte e Pedrinhas, no Ceará. Apesar de não ter mar, por aqui se tem o conhecimento e a tecnologia necessários para transformar algas marinhas em produtos alimentícios. Uma equipe do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Nutrição da UFV, liderada pela professora Ana Vládia Bandeira Moreira, se dedicou a estudar as algas Gracilaria birdiae e a partir delas desenvolveu receitas que valorizam os alimentos do litoral e enriquecem a culinária da região.

Sorvete de  morango, salada fantasia, gelatina de cajá, pão de cebola recheado, bolo de arroz com calda de maracujá, manjar, bobó de algas, panquecas, sobremesa refrescante e nhoque da sorte. Tudo feito à base de algas marinhas. O cardápio de dar água na boca foi desenvolvido para atender às comunidades litorâneas e, sobretudo, foi elaborado com a participação direta das maricultoras, que são trabalhadoras que se dedicam ao cultivo e beneficiamento de espécies marinhas. Saiba mais

Equipe do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Nutrição da UFV comemora a conquista do Prêmio Henri Nestlé.


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